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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Hunger


    Hunger Games opinião 32457 (é mais, mas vamos mandar por baixo): primeiro de tudo, com tanta conversa sobre o filme e sobre a sua actriz principal que acho que me apaixonei por ela. Tem um bocadinho cara de bolacha, mas parece uma pessoa divertida, e finalmente começo a ter idade das pessoas famosas de Hollywood! 
     Depois tenho de dizer que gostei mais do filme (escândalo?). Por três razões distintas: primeira mais técnica que é a maneira como está filmado agrada-me; segunda mais ligada ao livro em que no qual se lê os pensamentos da protagonista que são uma seca; terceira é a mais pessoal e é claro porque estou apaixonado pela actriz como já disse anteriormente. 
      Agora provavelmente vai haver mais dois filmes, e já não vai ser com o mesmo realizador. Este, tal como eu, é inteligente, e percebeu que nem sendo o melhor realizador do mundo se safava com a parvoeira que são os dois próximos volumes. Ala que se faz tarde, pensou ele e muito bem.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Finnkino

     Nunca me tinha apercebido da falta que me faz ir ao cinema. Mesmo. Também não tinha a noção da quantidade de vezes que normalmente ia ao cinema, e pela quantidade de filmes que todas as semanas me apetece ir ver, deviam ser muitas.
     Estou cá desde Janeiro, e neste três meses e meio fui uma vez ao cinema. Uma. E não é por os filmes não terem legendas numa língua que eu conheça (têm legendas de finlandês e sueco ao mesmo tempo, a linha de cima e a linha de baixo), porque a maioria das coisas que queria ver são em inglês e isso não é um problema. O problema é o preço, mas agora que penso nisso até podia ter ido mais vezes, o preço não serve como desculpa. Um bilhete é €10,50, mas se em vez de ir seis vezes por mês ao cinema posso ir pelo menos uma e gasto menos dinheiro que gastaria em Portugal. Já estou lá amanhã.
     Claro que quando voltar a Portugal vou ao cinema todos os dias. Ah não espera, quando voltar não vou ter dinheiro nenhum. Se calhar vai haver pessoas com tantas saudades minhas que até me vão pagar bilhetes de cinema (sonha!). 

sábado, 26 de novembro de 2011

Capicua em Poster

Melhor poster do ano em que nasci? Não consigo escolher um. Deixo aqui dois.



sábado, 8 de outubro de 2011

A Procura Objectiva numa Bobine

     A nostalgia atinge-me em coisas muito simples. O VHS é uma delas, mas não o VHS comprado, mas sim o ritual de gravar coisas da televisão e tentar cortar os intervalos, mas muitas vezes falhar, gravando ainda bocados de intervalo ou começando a gravar tarde demais. Aquelas prateleiras cheias de cassetes de lombadas todas escritas onde tentamos decifrar a letrinha de quem escreveu o nome do filme, já que por vezes havia vários filmes numa só cassete. As lombadas riscadas porque já houve gravação sobre gravação, ou percebermos que gravamos sobre uma coisa que na altura parecia pouco importante, mas que na pressa para não perder o inicio de um programa não nos demos ao trabalho de verificar o que a cassete tinha. Quando havia tempestades e havia problemas na antena e o video ficava com formigueiro ou pequenas falhas como barras horizontais que atravessavam o écran, e parecia que isso só acontecia quando queríamos gravar algo realmente importante. No Natal sabíamos que ia dar bons filmes, mas também sabíamos que não íamos estar à frente da televisão a noite toda e por isso metíamos o gravador de VHS programado para a hora do filme, e quando um ou dois anos mais tarde voltávamos a ver o filme e percebíamos pelo intervalo que aquilo tinha sido gravado no Natal de 96 por causa dos separadores dos canais. A alegria do "temos de gravar!".
     Hoje em dia provavelmente já não fazia sentido, porque cada vez menos há filmes de interesse na televisão, acabaram as sessões tardias como "Maiores 17" ou "Ultima Sessão". Fico triste com este assunto, já chega.

sábado, 16 de julho de 2011

Avada

     Vamos todos pensar como a publicidade da Sapo é super estúpida. Já está? Bom já chega. 

     Então e ir ao cinema e baterem palmas seis (6) vezes durante o filme? Acho que devia ser sempre assim, como num concerto, claro que ninguém que está ligado à criação do filme vai saber, mas isso não interessa, é uma desculpa para as pessoas gritarem no filmes, assobiarem ou outras coisas do género (como GOOOLOO).
     Acabou o Potter, quer dizer, para mim acabou quando eu li o último livro, e espero que não haja mais nada. Não porque não seja um grande fã, mas porque é raro a vez em que pegam numa coisa que tem milhões de fãs e consigam fazer alguma coisa tão boa como a "original", só vão estragar a memória das pessoas. Por isso não queiram mais.
     Digo que acabou com os livros porque apesar de gostar dos filmes (quer dizer eu adoro cinema, acima de tudo), nunca é a mesma coisa (cliché). Eu nunca consigo ligar aquelas personagens dos filmes aos livros, quando leio ainda imagino as minhas personagens, não o Daniel Radcliffe e os amigos. E também fiquei triste com a capacidade de um filme conter a nossa imaginação, porque há coisas como o comboio, o carro voador ou um jogo de Quidditch, que fica mais difícil de imaginar depois de ver as imagens. Eu ficava feliz se nunca tivessem existido os filmes, mas não me faz comichão (pessoas que viram os filmes e não leram os livros: shame on you!!). 
      E que a força esteja contigo! (ah não espera, enganei-me no filme). Avada Kedavra!!

sábado, 9 de julho de 2011

Director

    "When you are a director you are God, and that's the best job in town." Só porque estou a ler um livro sobre cinema. Estou tão embrenhado na coisa que na frase anterior em vez de "livro" escrevi "filme". Acho que devemos assumir os nossos erros, apesar de eu ter graves problemas em relação a isso. Normalmente culpo o tigre.
     Tenho três livros sobre cinema para ler estas férias. Não costumo ser um grande amante da teoria, mas até estou a gostar do primeiro, estou a descobrir o valor da teoria. E também tenho de começar a descobrir a beleza dos clássicos. 
     Já sei que sou a pessoas mais secante do mundo nas férias, não precisam de dizer. Para mim eu sou o maior.

sábado, 4 de junho de 2011

Sete

     Ui, este blog tem tido movimento! Ainda bem que ninguém reclamou, eu vejo blogs com dois posts por mês, por isso: não respinga! 

     Fui ver "The Tree of Life". Gostei muito, e sei que não é uma opinião geral. E sei que é preciso ter já nome no cinema para uma produtora apoiar um filme daqueles, porque não é um filme para todos. Acho que só é para pessoas inteligentes, dai terem saído sete (sete!) pessoas durante o filme. É raro ver pessoas a sair do cinema (ainda por cima do El Corte Inglês, que custa seis euros), normalmente posso ver uma ou duas a sair, mas aquilo foi muita gente. Se não estão a gostar durmam, que é o que eu faço. Não faço. 
     Não aconselho o filme a todos, mas não podem não gostar sem ver, por isso vejam (que eu sou pago para dizer isto. Já tinha dito, não já?).

     Cuidado com o dia de amanhã. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Títulos

      Traduções de títulos de filmes é a maior estupidez de sempre, quem as faz deve achar que o povo português é burro. Eu sei que há títulos que não dá para traduzir à letra, mas podiam tentar fazer coisas melhores. Acho que nos livros também o fazem, às vezes. Também sei que há palavras que motivam um parte da população menos culta (sou horrível), mas palavras como "risco", "atracção", "velocidade" ou outras coisas do género já começam a fartar, e muitas vezes não tem nada a ver. 
     Era só isto.

domingo, 15 de maio de 2011

Amelie

     O Fabulo Destino de Amelie Poulin é dos meus filmes favoritos, apesar de quando tenho de mencionar filmes favoritos raramente me lembro dele.
     Deu na RTP2 há poucos horas. Eu não o vi ali sentado à frente da televisão, fui só passando os olhos quando podia, mas vi os últimos vinte minutos. Já vi o filme várias vezes, mas parece que há sempre algo de novo. Adoro tudo nele, a história, os pormenores, os tons, a música (do fabuloso Yann Tiersen, que toda a gente conhece, mesmo que não tenha visto o filme), as múltiplas personagens que vão aparecendo, até do francês (a língua) gosto.
     Há uns anos atrás mostrei o filme a uma das pessoas que mais gostava na altura, foi uma desilusão. A certa altura durante o filme diz-me que está a ser um bocado seca, mas que faz o esforço de ver o filme até ao fim. Distrai-se facilmente com outras coisas durante e filme e no fim diz-me que não percebeu algumas coisas. Eu digo-lhe que isso é porque não esteve atenta do principio ao fim, essa pessoa diz-me que para o fim até já tinha começado a gostar e que um dia quer ver o filme outra vez para perceber. Acho que só disse isso para me agradar, não sei se viu o filme mais alguma vez, nunca mais falei com esse pessoa desde ai (esta ultima parte é mentira, mas hoje em dia já não somos tão próximos assim, por isso não sei).
      Por tudo isto, não aconselho, nem deixo de a aconselhar o filme. Percebi que não é um filme para todos gostarem como eu gosto. Também é daqueles filmes que nos enganam em relação ao amor, mas de uma maneira mais subtil, e também é sobre não termos medo de arriscar. É um filme bonito.

terça-feira, 29 de março de 2011

Go Go Go 2

    Tenho estado tão ocupado estes dias. Tem sido coisas atrás de coisas. Foi filmagens no Sábado que não correram como o esperado devido à chuva. Foi fazer coisas com a mãe no Domingo (não me estou a queixar), como CCB à tarde, e teatro à noite e ainda começar a planear o site que tenho que apresentar no fim do semestre. Na Segunda um pico nico (na mata mas mói) e ficar tarde na escola a fazer mais coisas para o site, e depois à noite ir a uma sessão de curtas que só acabou à uma da manhã e ter de voltar de autocarro nocturno para casa. Hoje foi aula logo às oito, na qual tinha de apresentar os esboços do site (que estavam uma miséria) e depois à tarde ir até ao Holiday Inn do aeroporto para filmar uma entrevista com um guitarrista (Andy Timmons) e agora chegar a casa e tentar descansar porque mais tarde há mais uma sessão de curtas no S. Jorge (vai passar uma onde participei, hoje às nove, quem quiser ir). E mais, amanhã aula às nove e meia e já me convidaram para ir ao Onda Jazz à noite. Nem vos falo do resto da semana. Eu sei que nem tive muito trabalho, mas é andar para muito lado e pouco tempo parado. Não estou habituado. Sou um gordo.

terça-feira, 22 de março de 2011

Bay

     Finalmente consegui escrever o argumento. Não sei se será possível fazer o que tenho em mente. Mas se ficar o que tenho em mente até fica fixe. Um bocado cliché tenho a dizer. Mas pode agradar às massas, e esse é o meu objectivo, não quero ser um gajo de culto, eu quero ser o Michael Bay!
     Sabem o que é passar duas semanas sem ideias nenhumas e do nada, assim em 10 minutos conseguem fazer tudo, imaginar tudo e imaginar quem e como fazer. Foi giro. Mas se calhar estas ideias que se têm assim são uma porcaria. Mas como tenho de filmar rapidamente, não me posso dar ao luxo de meter uma ideia de lado. Se tiver outra logo mudo tudo (normalmente tenho as melhores ideias quando já estou a filmar).  

     Hoje acabei um livro que já andava a ler desde o mês passado. Eu estava a gostar muito do livro, mas não conseguia ler nunca. Sempre coisas para fazer, sempre outras coisas para pensar, sempre tudo! Quando tinha alguma pausa, só queria era meter o meu cérebro dentro do aquário e esperar pelo amanhã. 
     Mas já está. Middlesex de Jeffrey Eugenides. Muito bom. Agora tenho de ler os outros todos que fui comprando enquanto lia este. 

     Ah e comprei uma viagem para Madrid.

domingo, 20 de março de 2011

48h

     O 48H está acabado. Foi muito bom. Acabar é bom, mas é sempre um bocadinho triste (falo da minha parte, quem teve dez pessoas a dormir e destruir a casa se calhar ficou um bocadinho mais aliviado). Mas o que interessa é que conseguimos acabar a tempo e agora é esperar pela exibição da cena no S. Jorge para a semana. Podem ir, acho eu. 
     Mas percebi que é isto que gosto de fazer. Ando sempre em duvidas se será realmente esta a parte que eu gosto do "cinema", e acho que é mesmo de tudo. Entre ver e fazer (claro que há funções que não gostaria de fazer [anotador], mas até som eu faria). Tenho que começar a meter-me em mais cenas do género.
      Também há outro ponto importante, que é quando o pessoal se dá todo bem, consegue ter um bom clima e ter um compromisso entre o sério e o divertido (coisa que eu não tinha, só dizia parvoíce). Estive mesmo à vontade, e antes de tudo acontecer estava um bocado sem saber como ia ser porque não conhecia a maioria (não conhecia ninguém muito bem, na realidade). 
      Bem espero que haja mais, mas agora estou de rastos!

sexta-feira, 11 de março de 2011

101

     Vieram ter ao meu blog a partir disto: a mudança de uma vida sim com passaport. Acho que a partir daqui mais nada interessa. O meu objectivo foi alcançado. Não interessa bem qual era, mas podia muito bem ser este, ou ser presidente dos EUA (mas acho que já não dá).

     Fui ao cinema hoje e vou fazer uma critica cinematográfica. Estava a brincar. É só para dizer que me apaixonei (mais um bocadinho) pela Emily Blunt. Mas acho que ela já não está ao meu alcance, ainda por cima andou enrolada com o Jason Bourne, se eu fosse ela já não queria outra coisa. Adiante.

     Nas ultimas horas (vinte talvez) não me tenho permitido parar (coisa que estou a fazer agora, para além de ter dormido). Ontem fui ao supermercado comprar coisas para fazer um bolo e foi o que fiz até ao jantar. Depois de jantar sai e fui jogar bowling com pessoas reais. Cheguei a casa fui quase logo dormir. Hoje levanto-me às seis e tal e fui para uma aula de três horas da qual sai para ir até ao Campo Pequeno inscrever-me num concurso. Aproveitei que ali estava e acabei por ir ao cinema com o Jónatas (vocês sabem quem é). Agora estou em casa e vou fazer uma asneira qualquer. Boa Noite.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

To...

     Pela primeira vez vi todos os filmes nomeados para melhor filme antes da entrega dos prémios. É uma vergonha é não ter visto os dos anos passados ainda, Acho que não vou dizer grande coisa sobre os filmes. Há cinco que se percebe que é só marketing para a industria (vocês sabem quais são), Inception não ganha. Actor secundário: Bale. Actor principal: Firth (mas adorei o James Franco). Actriz principal: Portman. Actriz secundária: Não faço ideia, uma das do Fighter. Devem haver vários para o Discurso do Rei, mais não sei. Provavelmente se me meter para aqui a mandar postas vou falhar, por isso fico por aqui. 
     Foi um bom ano para o cinema. Gostei. 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cuidado

     Sinceramente não percebo nada de blogs. Tenho a noção que há por ai coisas conhecidas, com muitas visitas e seguidores e algo mais. Eu não sei quem são (se alguém me quiser dizer esteja à vontade), nunca me preocupei com isso e acho que não me vou preocupar. Só sei que o meu é o mais bonito da Internet (eu sou tipo uma mãe a falar do filho). Ia continuar por aqui, mas aborreci-me, e se eu me aborreço do que escrevo imagino o resto.

      Agora vou mudar de assunto e vou dizer duas linhas sobre os Oscars: Primeiro são um bocado previsíveis, mas não tenho queixas em relação aos filmes nomeados para melhor filme, segundo só me faltam três deles para os ter visto todos, coisa que tenho de fazer antes da cerimónia. Ah! Outra coisa, aquilo de dez filmes é mesmo só para encher chouriço.

      Só uma ultima coisa. Estou a planear deixar a seguinte mensagem no Facebook: Quem me der os parabéns pelo facebook e for uma pessoa que quase nunca me fala apago-o como "amigo" por ter essa lata. Os outros tenham cuidado, eu posso passar-me da cabeça.



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Ler/Escrever

     Eu gostava de escrever um livro. Claro que o talento não é muito, como se pode ver. Mas desde miúdo tenho tentado pensar em algo que se pareça com uma boa ideia para algo que valha a pena passar para papel. Sem grande sucesso. Ainda tentei escrever várias coisas, coisas que nunca mais li, e provavelmente não vou ler (disco rígido onde estavam foi-se), mas também acho que não valia a pena (havia algo sobre uma família que viviam numa casa a cair aos bocados, e outro com um gajo que vivia num T1 com um gato).
     Mais tarde pensei: vou mas é para realizador. Já que a minha parte criativa em relação a escrever algo não é bem como eu desejava, vou tentar passar para imagem algo escrito por outro. Mas claro que quando penso num filme, começo logo a tentar pensar numa história... Bem e por ai fora. O mesmo problema, não sai nada de jeito.
     Talvez um dia (espero que seja no Verão) eu tenha uma ideia brilhante e a consiga passar para o papel de forma clara e espectacular, até lá vou lendo histórias de outros que me fazem uma espécie de inveja e me fazem lembrar das ideias que tinha quando era miúdo.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Woody Allen

Ando numa de ver filmes do Woddy Allen. Desde miúdo que adoro os filmes dele, mas acho que agora é que é a altura certa para os ver. Podia ter começado mais cedo, claro, mas agora sinto que tenho a capacidade para os perceber em todo o seu esplendor.
Até há bem pouco tempo só tinha visto, praticamente, os filmes do ano 2000 para cima, a começar no “Small Time Crooks” até ao “Whatever Works” vi todos. Mas tinha a noção de que os seus melhores filmes eram os mais antigos e ai começou a dedicação à obra cinematográfica do homem. Até agora vi o “Manhattan”, o “Annie Hall” e o “Hannah and Her Sisters” e gostei de todos de maneiras diferentes. Não vou estar aqui a fazer uma critica aos três, primeiro porque jeito para criticar filmes e livros nunca foi o meu forte (passa um pouco pelo gostei e não gostei) e segundo porque não me apetece.
Ontem comprei o “Crimes and Misdemeanors” que ouvi dizer que é muito bom, mas ainda não tive tempo para o ver, e também não está nas minhas prioridades neste momento. Agora eu queria era arranjar alguns dos que não tenho (eu não tenho nada, são do meu pai) deixo aqui alguns nomes.

Zelig;
Purple Rose of Cairo;
Sleeper;
Bananas;
Take the Money and Run;
Brodway Danny Rose;
Husbands and Wives;
Love and Death.

Post feito antes da meia noite para ser um por dia até agora!