segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Partes

     Tive uma ideias vencedora, só a vou dizer porque ainda é muito avançada e nenhuma de vocês a vai conseguir aplicar sem a minha força e a minha paixão pelas minhas próprias ideias. A ideias é simples: alugar partes do corpo. Uma pessoas pagava um tanto por um dado tempo, e a parte do corpo escolhia pertencia-lhe. O dono é que tinha o uso, mas a outra pessoa podia fazer o que quisesse como mandar depilar, pintar, escolher uma tatuagem, deixar crescer a unhas, e por ai fora. Claro que havia limites, mas esses limites estavam baseados no tipo de contrato, quanto mais pagavam mais direitos tinham, e também a quantidade de corpo que se podia alugar (sim, alugar porque é um bem móvel). 
     Isto um dia teria que correr mal e teria de ser criada uma variedade de leis. Uma simples é que ninguém podia alugar um corpo inteiro, tinha de ser criada uma percentagem possível como máximo. Leis sobre os limites que se podia atingir com esses alugueres, principalmente em relação aos perigos contra terceiros. Outra coisa que podia ser feita era a utilização das partes do corpo para esconder segredos e muito mais, o resto é com vocês, mas eu já sei que não chegam lá.

9 comentários:

ana disse...

Oh céus, isto é arrepiante xD

David Pires disse...

Estas são as minhas ideias...

martolas disse...

paha. gostei do "nenhuma de vocês". não tens leitores machos!
isto corria muito mal comigo. mas, também, prefiro não precisar de alugar, confiar na vontade, na boa vontade...

Rata disse...

(Apesar de ter que ler 3 vezes a primeira parte até perceber o que realmente está escrito)
Eu participava nisso.
Dava sentido à seguinte situação:
- Empresta-me o teu braço.
- 5€.
- (e paga os 5€).

David Pires disse...

Marta, saiu sem querer, mas depois achei que se ajustava.

Rata, participavas? É melhor pensares bem nisso.

Rata disse...

Participava.

Gonçalo disse...

errado martolas que eu saiba ainda nao mudei de sexo xD

Gonçalo disse...

em relaçao a ideia é uma coisa a se explorar xD

David Pires disse...

Aqui está um dos meus (raros) leitores masculinos! :)
A ideia pode ser explorado, mas não sei se será na realidade, talvez em ficção.