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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Vir

     Tenho o apartamento só para mim nos próximos dias, por isso se quiserem vir é para vir amanhã. Podem vir a sério. Quando chegarem é só telefonarem que eu vou buscar ao aeroporto (não se esqueçam de me pedir o número). Casa grátis, e até tenho aqui um passe a mais para poderem andar nos transportes. Provavelmente vou cozinhar nos próximos dias por isso vai haver comida, e como vem ai o fim de semana ainda dá para ir dar uns belos passeios pela cidade. 
     Isto agora está bom. Hoje 16 graus, dava para andar só de manga comprida, e talvez até só de t-shirt. Estava um por do Sol maravilhoso por isso fui passear pela floresta. Deviam aproveitar, é o que eu acho.
     Fico à espera!


October (Album Version) by Broken Bells on Grooveshark

sábado, 31 de dezembro de 2011

Junho 2012

Quando voltar logo faço uma festa de ano novo. Agora vai haver uma quebra no space-time continuous e eu volto para o ano. Não temam que eu vou estar cá no meu dia preferido (12/12/12), nem que seja para por a data como título de um post aqui no blog, e também quero ver o fim do mundo, Portugal a ganhar o Europeu, e para um Verão cheio de sol e calor. Beijinhos

domingo, 31 de julho de 2011

Met

Vou estar sem InterMet durante uns dias. Não chorem. Vou ao Andanças. Mas depois não vos conto nada. Férias é isto, é poder abandonar tudo sem pensar quatro vezes (pensei três). Bom dia!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Amoras

      Norte. Interior. Não há melhor (bem, se calhar há, mas agora não há). Não há praia, não há turistas manhosos, não há confusão. Tudo tão verde e com tanta água, as rochas com musgo e tantas árvores com frutos. Todos tão simpáticos com as suas pronuncias e a querer agradar por mais estranhos que sejam os pedidos. 
       Ontem andei a passear pelas aldeiazinhas todas (como quem diz) aqui da zona, percorrer aqueles caminhos cheios de curvas que parece que vão até ao fim do mundo. Um calor abrasador típico do interior. Até comprei barro aqui da zona para levar ao meu pai (para quem não sabe é ceramista). Foi um dia bem passado, mas bem cansativo. 
     Hoje fiz duas coisas que nunca tinha feito. De manhã fui apanhar amoras (arranhei-me todo, não tinha noção  que aquilo era assim), depois de tarde fiz uma tarte de amoras que ainda não comi (é para depois do jantar), mas tem um aspecto óptimo. Só me apetece aquilo. A outra coisa que nunca tinha feito, foi tomar banho numa barragem. Já tinha tomado em riachos e ribeiros, a água é gelada, mas numa barragem a água é muito agradável, mas não ver o fundo é estranho, não saber o que está ali por baixo. Nadei.
     Estou a gostar, mas isto não vos interessa para nada. Eu pelo menos não me interesso nada pelas vossas férias. Só alguma pessoas. Eu sou assim, marginalizo as pessoas. Boas férias para quem está nelas.     

segunda-feira, 25 de julho de 2011

      Já estou para aqui. Mas não percebo, estou cansado, é raro estar cansado desta maneira. Se calhar foi de ter conduzido muito tempo, eu que sempre achei piada à conversa do “ah, deves estar cansado da viagem”, mas hoje se não for isso, não sei o que é. Se calhar estou a dar de mim (nem sei se isto de pode dizer neste sentido). Mas já sei que vai ser difícil adormecer, eu com camas diferentes é sempre assim. 
      Hoje não digo mais nada, amanha digo coisas mais giras, mas não vou falar do meu passeio. Não vale a pena.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Viseu

     Parece que vou mesmo passar uns dias a Viseu. Costumo sempre reclamar quando tenho de sair da minha zona de conforto sem ser eu a decidir como é, mas acho que vou esquecer tudo e ir. Sem preocupações, é fácil. 
     Nunca fiz férias de campo, quer dizer, se eu pensar bem, nunca fiz férias nenhumas. Deixa-me lá pensar bem... Não, nunca fiz férias nenhumas. Claro que já viajei, já passeei por muitos sítio, mas nunca "fui de férias". Pode ser que isto sejam mesmo umas férias, mas nem é muito tempo, e acho que é isso que faz ser férias. 
     Já fui a Viseu algumas vezes. Não me lembro da maioria, mas a última até nem foi há muito tempo. Acho que gosto do sítio, e espero ter tempo para visitar a cidade, já que onde vou ficar não é bem na cidade, é no campo que a rodeia, não sei bem onde. Logo se vê, deve ter um nome. 
     Bem... Mas não é para já. Até lá ainda pode muito acontecer!  

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Pasteleira

     Quarta feira à noite, nada para fazer. O que é que os dois palhaços cá de casa decidem fazer? Ir até à Baixa de bicicleta. Até ai tudo bem, não é muito longe. Problema: só há uma bicicleta, e é uma pasteleira sem mudanças. Um conduz, o outro vai atrás, pela Almirante Reis abaixo. 
     Eu conduzi. Foi giro. Estranho no inicio levar com aqueles quilos a mais, mas até conseguia equilibrar bem, e era sempre a descer. O transito ajudou, já que não havia muito. Ao chegar à Baixa andamos por ali a passear, encontramos pessoas conhecidas (como é possível?) e decidimos ir até ao Cais do Sodré. Novamente a descer, sem problemas, e ainda fui a acelerar até ao IADE pela 24 de Julho (pelo meio ainda picamos com um senhor que ia noutra bicicleta, que ao sentir a nossa aproximação começou a pedalar mais, mas nós éramos um camião embalado, nada nos parava).  
     Real problema, subir. As pernas já não estavam frescas como no inicio, o equilíbrio é bem mais difícil quando se vai mais devagar e em esforço, estava completamente encharcado, e isto ainda a meio. Mas lá conseguimos, acho que fui às reservas de energia, mas fez-me bem. O truque é fazer a coisa por etapas, pequenas vitórias sabem sempre bem quando não há mais inspiração que isso. 
     As minhas pernas estão finas, acho que os anos de atletismo nunca me vão deixar ter dores nas pernas do esforço. Mas aquele banco...  

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Madrid

     Amanhã (29) vou para Madrid. Tenho de chegar a esta idade para viajar pela primeira vez sem familiares, já podia ter acontecido, mas depois da primeira é sempre a abrir, até perceber que não posso gastar dinheiro à parva e que o o mundo está em crise. 
     A mochila está feita. Não há muito para fazer já que praticamente só levo a roupa do corpo, mas vai sempre a máquina e o caderninho de apontamentos para o caso de ter uma ideia genial. Tenho sempre mais dificuldade em escolher calçado do que o resto, acho que numa viagem o mais importante é o calçado, mas as minhas dúvidas nunca são pelo conforto (que devia ser o mais obvio) é mesmo porque gosto muito de todo o meu vasto calçado. De resto (reparei agora) só levo roupa azul, porquê? Não sei. 
     Espero que não chova (vai chover). Vejo-vos por lá.