sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nome com Direitos

     É raro eu comentar a actualidade, mas o nome da filha daqueles dois... Já está comentado. Para mais ouçam a musica do Vasco Palmeirim que ouvi umas dez vezes de seguida à bocado. Podem julgar à vontade, eu sou feliz assim, e dizer que gosto de Tom Waits, Ludwig van Beethoven, Miles Davis, ou outra coisa qualquer, pode até ficar bem, mas nada me mete a cantar como uma porcaria de uma música, supostamente sem valor musical. Principalmente quando são as "belas" bandas que ouvi no principio da minha adolescência, ainda sei cantar aquilo tudo, são sempre estas memórias simples que ficam.
     Mas se pensarmos bem são sempre as coisas mais simples que lembramos com mais nostalgia. As cenas épicas vão se desvanecendo no emaranhado de memórias que é todo o nosso corpo. E como era bom comer fiambre com bolachas de água e sal, num dia chuvoso, debaixo da manta no sofá da sala a ver um filme domingueiro qualquer. Não falo só do dia a dia, falo também da relações que temos com as pessoas, amorosas ou não, as coisas mais simples são sempre a que nos lembramos com mais carinho. Bem posso estar errado, mas no meu caso é assim.
     Sabem porque é que isto acontece? Porque normalmente nunca se espera muito das coisas simples, como fazer umas tostas ou ir apanhar o autocarro, mas quando esses momentos são partilhados, depois até parece que foi especial. Estou um lamechas nojento. Isto é teoria minha, tem direitos de autor ®. 

2 comentários:

Cláudia Neto disse...

A tua faceta de lamechas nojento é engraçada, gosto. xD
E já agora, também partilho a tua teoria apesar dos direitos de autor.

David Pires disse...

Eu não gosto, era mais giro se eu fosse frio e calculista.
Se calhar alguém já falou disto antes de mim, no problema.