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terça-feira, 5 de julho de 2011

Paz

Rapaz gordinho: já viste que magrinho ele é?
Irmã: temos de esperar que cresça...
Rapaz gordinho: assim não pode ir ao Peso Pesado!
Irmã: deixa ele crescer que já o metemos a comer uns hamburguers! 

    Fica sem contexto, porque eu também não sei bem qual é.
   Meu primeiro dia de férias. Ainda não está a render, algo me anda a dizer que não posso descansar. Queria saber o que era para poder dormir em paz. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Hunt

"... we aint hung out for a while. The bithes must be getting comfortable out on the tundra because the Alpha males ain't been on the hunt."

Por hoje é tudo.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Não Obrigado!

Hoje fui ver uma peça de teatro na qual um colega meu entra, mas não é disso que vou falar.
Fui com o meu amigo Jónatas (ou João Marques, private joke), já que o malandro do Diogo... Nem vou comentar.
Quando chegamos lá estavam várias pessoas à espera para entrar. Mas havia um grupo em particular, de raparigas que não sei definir a idade, que olhavam para nós e riam-se. Comentei isto com o Jónatas, mas depois deixamos de pensar no assunto até ao momento em que uma delas vem na nossa direcção e diz:

Ela: Sei que é um bocado descaramento, mas uma das minhas amigas quer conhecer-vos.
(eu começo a rir assim mesma à descarada, o Jónatas não houve bem o que ela diz e eu repito)
Jónatas: Epa... não.
Eu: Eu também não.
Ela: De certeza? Ela é a primeira, podem olhar.
Eu: (ainda a rir) Não preciso de olhar, é mesmo não.
Jónatas: (com um ar super sério) Tenho namorada!
Ela: Eu também senão...
Jónatas: Também tens uma namorada?
Ela: Namorado! Mas não havia problema se fosse namorada!
(eu e Jónatas concordamos com ela)
Ela: Não querem mesmo então? Então preciso de uma desculpa para lhe dar para ela não ficar triste, digo que têm os dois namorada, pode ser?
Eu: Pode sim, dizes o que quiseres!

Nem vou dizer mais nada, fica a vossa consideração.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Mensagens 1

Hoje quando um colega meu recebe um telefonema de um número que ele não conhece eu perguntei se podia mandar mensagem para o dito número, e a quando deste pedido lembrei me de um acontecimento memorável da minha vida (memorável no sentido de me ter ficado na memória, não por ser alguma coisa de jeito), acontecimento que, digo já, foi extremamente ao acaso, como a maioria das coisas memoráveis da minha vida.
Aconteceu estava eu no décimo primeiro ano, devia ter eu altura 17 anos (desculpem qualquer estupidez da idade). Estava na escola, estava em aula, mas não havia professor por perto, que me recorde. As personagens principais desta mensagem sou eu, a rapariga e a amiga da rapariga (eu dizia nomes, mas realmente não os sei).
Vou começar pelo inicio (sou mesmo cliché), recebo um telefonema de um número que não conheço (tal como o meu colega, isto afinal até tem alguma coisa a ver!), mas como estava em aula não atendi, mas passado um bocadinho recebo outra vez e mais uma vez não atendo. Esqueci isto durante uns dez minutos, mas depois a curiosidade ganhou e fui eu telefonar. O telefone toca, toca, toca e nada. Telefono outra vez, toca toca, e atendem, mas do lado de lá só me responde um silêncio, eu claro não digo nada também e espero, a minha espera foi pouca porque desligaram. Eu casmurro como sou telefono outra vez, desta vez atendem e ouço o riso do outro lado, mas rapidamente desligam. Aqui começam as mensagens que eu vou tentar transcrever com base nas minhas memórias:

Eu: quem és?
(uma espera de uns dez minutos)
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Eu: quem és?
Amiga da Rapariga: (outro número) deixa a minha amiga em paz!
Eu: eu só quero saber porque telefonaram.
Rapariga: desculpa, desculpa, não te incomodamos mais, desculpa.
Eu: não precisas de pedir desculpa se disseres quem és.
Rapariga: diz me tu quem és!
Eu: eu?! não fui eu que telefonei, e pelo que parece tu és uma miúda parva, pela atitude.
Rapariga: (mudando o rumo) que idade tens?
Eu: que foi isso agora? vamos socializar é?
(um grande momento de espera)
Rapariga: olhe eu sou casada e tenho dois filhos, não gostaria de ser mais incomodada. desculpe se o incomodei, pare de mandar mensagens.
Eu: eu também não queria casar já, e duvido, mas é na boa e não precisas de me tratar por você.

Ainda hoje quando me lembro deste episódio penso se seria possível ser verdade. Gostaria de um dia conhecer esta pessoa e saber se se lembra disto. A minha parte favorita foi quando comecei a ser tratado por “você”. Nunca mais me aconteceu nada assim, que pena.

domingo, 28 de novembro de 2010

O Primeiro é sempre só Conversa Fiada

Estou para fazer este blog desde 1993 (ano em que aprendi a escrever, vá 97). Só ainda não o fiz mais cedo porque tal como o título do blog (Mais uma Coisa para Actualizar) indica é mais uma coisa que eu tenho para dar carinho mental e me preocupar. O porquê de o fazer hoje não tem grande explicação, mas pode ser explicado por ter tido três ideias para textos que podiam ser publicados aqui que tive hoje, e vamos lá ver se os realizo para êxtase total dos meus fãs.
Neste momento vocês estão a ler isto porque eu deixo, porque por agora isto vai estar livre para qualquer mente menos educada, pessoas medianas e até mesmo génios da actulidade lerem, talvez num futuro próximo isto vá ser só para mentes menos educadas, porque para essas tudo o que toda a gente faz parece bem feito, e eu só gosto de elogios (eu nem sabia escrever elogios por isso imaginem o que ai vem). O que eu quis dizer é que se calhar isto vai ser privado! Pumpas!
Eu posso tentar ser sério com isto que faço, e publicar uma coisa por dia... ou por semana, vá uma por mês já não é mau, têm de perceber que há facebook, twitter, tumblr e por ai fora. Coisas que retêm a minha atenção.
Se não gostarem do que escrevo têm de vir cá na mesma fazer comentários prejurativos, pelo menos. Se gostarem eu deixo partilhar. Vá vou me calar e já meto algo mais sério daqui bocado, que isto é só conversa fiada.